• #VoltandoAosCachos: Samantha Vitorio

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  • junho 14, 2019 // Comente

    Oi genteee! No #VoltandoAosCachos de hoje, trouxe a história que a Tayná Duran me mandou por e-mail. Ela tem 19 anos e mora em Taboão da Serra, em São Paulo, e compartilhou seu depoimento sobre transição capilar. Espero que gostem! Ah! E vocês podem continuar acompanhando essa linda pelo Instagram também! E se você quiser mandar seu depoimento pra mim também, é só acessar essa página e ver como fazer. Quero muito conhecer a sua história!

    Olá Ana! Tudo bem com você? Meu nome é Tayná, tenho 19 anos e senti o desejo de compartilhar minha história com você. Quando eu nasci eu era a indiazinha da família, meu cabelo sempre foi liso, eu usava até chanelzinho com franjinha, e até uns 7 anos meu cabelo era motivo de inveja na família, todo mundo falava que eu tinha o cabelo lindo, ele era extremamente liso mesmo, era daqueles tipos que eu não podia nem usar uma presilha no cabelo por que perdia, nem tiara parava, completamente liso espelhado, e bem preto. Minha mãe me conta que com ela foi a mesma coisa, ela tinha o cabelo liso na infância e quando começou a crescer ele cacheou. Quando cheguei a mais menos 7 anos tive uma crise de piolho muito forte, usei muito remédio no cabelo e na época fui viajar com a família do meu pai, e minha avó não cuidou muito bem do meu cabelo, sei que fui viajar com o cabelo liso e cheguei em casa com o cabelo totalmente maluco kkkk. E aí foi que começou meu dilema com meu cabelo, comecei a crescer e meu cabelo entrou no período de transformação, passei do cabelo mais invejado da família pro cabelo mais zombado, não só na família, mas na escola e em todo lugar.

    Meu cabelo começou a se transformar em cacheado, mas minha família não compreendia o que estava acontecendo e continuou cuidando dele como cabelo liso, meus cachos são mais pro tipo 3a como os da minha mãe, e sem finalização ele não forma cachos, então como ele era liso minha família só imaginou que tinha virado um liso armado. Minha pré adolescência foi muito difícil por conta do meu cabelo, eu já era a nerd da sala, usava óculos e aparelho, adivinha com um cabelo enorme, minha avó arrumava ele pra mim ir pra escola, e como ela não tinha paciência só pretendia em um rabo de cavalo que ficava enormemente volumoso. Me excluíam das brincadeiras na escola, e falavam que na brincadeira eu poderia ser a floresta, colocavam coisas no meu cabelo e quando eu chegava no intervalo lapis e borracha caíam do meu rabo de cavalo, hoje eu dou risada dessa época, mas na época eu tão pequena, vivia chorando pensando que queria ter meu cabelo liso devolta, minha adolescência foi assim, as brincadeiras sobre meu cabelo pararam, mas eu só usava ele ou preso, ou com prancha, ou com trança (onde lavava e prendia encharcado), ou com progressiva, que fazia só as vezes. Quando fiz 16 anos arrumei meu primeiro emprego e finalmente tinha dinheiro pra manter em dia minhas progressivas e assim foi, utilizei meu cabelo alisado ate quase os 18 anos que foi quando um belo dia nao fiz capinha, mesmo fazendo progressiva eu tinha que fazer chapinha pois a progressiva deixava umas ondulações na ponta. Nesse dia que deixei de fazer chapinha minha avó elogiou e perguntou por que eu não ia pra escola assim, então fui, e foi só elogios, todo mundo elogiou meu cabelo ondulado, foi quando decidi parar de passar chapinha. Na época já estava na hora de fazer outra progressiva pois já tinha feito 3 meses da última, mas até então eu não tinha certeza se ia parar de fazer progressiva e ia deixar o cabelo vir, eu pensei que ia ver, se ficasse muito ruim alisava denovo. Porem, a ultima progressiva que tinha feito me deixou com muitas feridas na cabeça, no pescoço, cascas enormes que sangravam, me machucou bastante, e isso foi um estimulo a mais pra querer parar de alisar.

    Foi aí que comecei a assistir no YouTube conteúdos sobre transição capilar, eu já te conhecia por ter sido a campeã do desafio meliuz, mas aí comecei a acompanhar você de verdade, e muitas outras meninas cacheadas, passei praticamente minha transição inteira vendo videos e consumindo conteúdo, na época tinha saído do meu emprego, ou seja estava em casa desempregada , 24 horas assistindo a vídeos sobre transição no YouTube. Desde os 15 anos eu sempre falava do meu sonho em ter um canal no YouTube, mas nunca tive coragem, quando contava pra alguém as pessoas me ridicularizavam, riam de mim, mas sempre disse que provaria que todos estavam errados, e provei, ao fim da minha transição me senti preparada e madura o suficiente para criar um canal, e hoje ele já tem 1 ano. Bom, mas voltando ao assunto da transição, foi consumindo esses vídeos que decidi definiditivamente parar de alisar e entrar na transição, costumo dizer que minha transição foi bem tranquila, tirando alguns dias que me senti super mal, teve até um dia que sentei no chão e chorei, o único dia que passou pela minha cabeça voltar a alisar, mas não desisti. Não fiz o big chop de uma vez fiz 3 cortes antes, o primeiro corte foi no ombro, meu cabelo estava bem comprido e foi um corte bem radical, me ajudou bastante pois aquele cabelo todo já me incomodava, pois na transição ele ficou completamente sem forma, quando alisamos, o cabelo se disfarça muito, no momento em que parei de alisar ele começou a mostrar o quanto estava mal cuidado e judiado, totalmente quebrado, e aquelas ondas bonitas da quimica se tranformaram em cabelo completamente quebrado.

    Uma grande parte da minha transição eu achei que era ondulada, por conta dessas ondas, mas depois que vi a raiz nascendo descobri que era cacheada. No meu segundo corte eu cortei bem curto mesmo, sempre cortando em long bob pra tirar a maior parte da química, mas da segunda vez cortei abaixo do queixo. Antes do big chop eu não resisti e cortei muitas mechas, quando fiz o bc a parte de baixo toda ja estava cortada, e da franja também, só a parte do topo da cabeca que faltava cortar, passei a maior parte da minha transição usando a parte de cima presa, o difusor me ajudava muito também, a ondular ainda mais a parte com química, mas só tratava meu cabelo como cacheado em toda transição, nunca mais usei chapinha. E por último foi o meu big chop, dia 28 de janeiro de 2018, onde eu mesma fiz com uma tesoura na frente do espelho, foi muito derrepente, dormi e acordei decidida em cortar.

    Minha transição durou 8 meses, pois conto do dia em que fiz minha última química, mas depois que decidi parar de passar a chapinha até o dia do meu bc foram 5 meses. Tive scab hair após a transição, mas depois de 5 meses ele começou a formar cachos, só de pois de uns 10 meses descobri o volumão dele. Minha vida se tranformou muito, hoje eu realmente sou a Tayná, a Tayná verdadeira! E não sou só eu que vê isso, todos ao meu redor perceberam, todos sempre me falam, é como se antes eu não tivesse personalidade alguma, e eu vivia tentando aparecer, na forma de agir ou falar pra ver se as pessoa conseguiam desesperadamente entender quem era eu. Hoje sinto que nao preciso abrir minha boca pra saberem quem sou eu, só de me olhar todos sabem, é como se a Tayná maravilhosa de dentro tivesse finalmente desabrochando pra fora, eu literalmente desabrochei ! Quem me conheceu antes me fala que eu era uma criança, e do nada me transformei em mulher, que agora me veem como mulher não mais como menina, e me sinto mais assim.

    Hoje em dia eu sinto que influencio muitas pessoas ao meu redor, com meu exemplo muita gente se assumiu, minha mãe passou pela transição depois de anos de alisamento, amo ensinar os outros a amarem e cuidarem corretamente dos seus cabelos (acho que por isso também o meu canal, onde engloba principalmente cabelo e transição capilar) e pra mim é incrivel ver o poder de influencia que agora tenho sobre tantas mulhetes que convivem ao meu redor, chegar em algum lugar e ver uma mulher que sempre prendeu seus cachos estar com eles soltos pq eu a influenciei é demais! Além de que sou maquiadora, sempre amei maquiar os outros mas não me maquiar, hoje depois de assumir meu cabelo passei a me maquiar mais, me arrumar mais, a me amar mais, me olhar diferente realmente como mulher. Hoje estou com 1 ano e 3 meses de big chop, meu cabelo sempre teve bom crescimento. Hoje sou muito mais feliz, não acho que meu cabelo está errado ou que não tenho escolha a não ser alisar, hoje sou livre pra ser quem realmente sou !

    maio 24, 2019 // Comente

    Oi genteee! Nessa sexta-feira, trouxe a história linda da Tayla Fagundes Leal, que tem 17 anos e é da cidade de Gurupi, no Tocantins. Espero que vocês também gostem! E se você quiser mandar seu depoimento pra mim também, é só acessar essa página e ver como fazer. Quero muito conhecer a sua história!

    Meu nome é Tayla Fagundes Leal, sou de Gurupi-Tocantins, tenho 17 anos e hoje vim aqui contar minha história e a história do meu cabelo. Bem, meu cabelo sempre foi muito bem cuidado pela minha mãe que é comerciante e mexe exclusivamente com comestíveis; mas quando eu entrei na puberdade meu cabelo parecia que tinha comido fermento (palavras da minha mãe) e ficava todo “assanhado” sem forma e sem jeito, e pra piorar ainda, eu tinha a bendita franjinha que na época era febre, na qual eu alisava e deixava o resto do cabelo cacheado, (e ainda achava que tava arrasando).

    Lembro-me de que quando eu lavava o cabelo, eu queria que ele ficasse molhado pra sempre, porque ele ficava mais baixo. O tempo foi passando, e eu já não gostava do meu cabelo cacheado… mudei de cidade, e sempre que ia ver meus amigos antigos, eu tinha que alisar o cabelo pra me sentir bem e confortável. Aos 13 anos fui morar em um internato adventista (IABC) no qual eu tive muita dificuldade de lidar com meus cachos, e não demorou muito, em setembro de 2015 fiz minha primeira selagem. O tempo foi passando, eu nem retoquei a Química, a raiz foi crescendo, meu cabelo foi ficando cada vez mais fraco, mais feio, quebrado, e junto com tudo isso minha auto estima ia pro fundo do poço.

    Mas aí, em setembro de 2016 fiz um definitiva que na verdade, não fez muito efeito. Os meses se passaram, e no dia 7 de dezembro de 2016 eu resolvi que ia cortar meu cabelo porque ele estava HORROROSO. E nisso, enquanto eu esperava minha vez no salão, vi uma moça com o cabelo curto (no ombro) e resolvi que queria aquele corte..E aí foi, cortei no ombro, o que sempre tinha sido abaixo da cintura.Nessa época, eu resolvi com o incentivo da minha mãe que ia deixar ele ficar natural, mas eu não sabia o trabalhão que seria isso e nem muito menos tinha ouvido falar sequer da palavra transição. Então, no início de 2017 eu entrei definitivamente na transição capilar. 

    Não foi fácil, inúmeras vezes fui vencida pela chapinha… mas depois, quando cada ondinha era formada eu me sentia a pessoa mais feliz do mundo. Inúmeras vezes quis desistir, ouvi piadas de mal gosto, chorei muito… mas hoje olhando pra trás não me arrependo de ter entrado na transição e de ter alisado meu cabelo  porque foi diante desses fatos, que hoje eu sei cuidar do meu cabelo, amo hidratá-lo e amo quem eu sou hoje…Agradeço a Deus por ter me dado paciência e também te agradeço Ana por ter mudado minha vida, saiba que mesmo entrando em transição mais tarde, eu assistia os seus videos quando tu estava na transição também viu. Um beijinho, fica com Deus

    maio 17, 2019 // Comente

    Oi genteee! No post de hoje, venho compartilhar com vocês a história da transição capilar da Gabriela Soriano Rocha, que tem 16 anos e mora em Brasília, no Distrito Federal. Espero que vocês gostem tanto quanto eu! E se você quiser mandar seu depoimento pra mim também, é só acessar essa página e ver como fazer. Quero muito conhecer a sua história!

    Desde bem nova, com mais ou menos 11 ou 12 anos, eu alisava meu cabelo com chapinha e química a cada 3 meses, o que danificava e muito meu cabelo. Talvez isso se dava muito á questão da baixa autoestima que sempre tive, com o medo da não aceitação por parte dos outros, por isso eu continuava fazendo e, em parte, me sentia feliz quando fazia a química. Era um procedimento de aproximadamente duas horas e meia, a famosa progressiva. Como meu cabelo era bem grande, demorava mesmo, e quando acabava, eu ficava tonta com tanta fumaça e com meu couro cabeludo todo machucadinho, mas ainda assim me sentia incrível quando ia para a escola.

    Eu tinha medo de dizer a outros que meu cabelo não era liso naturalmente, eu falava que era daquele jeito mesmo, evitava a chuva, mas tinha muitas vezes em que ele ficava muito alto, e outras pessoas desconfiavam.Um garoto uma vez me irritou, debochando do fato de eu ter feito progressiva, e foi a partir desse momento que eu tive a curiosidade de ver o que acontecia com meu cabelo sem a química. Infelizmente, depois de um tempo, ele não aguentava mais e começou a cair excessivamente. Foi quando eu falei para meus familiares: “Eu vou parar de usar chapinha a partir de agora!” Eu disse isso mais ou menos entre dezembro de 2017 e janeiro de 2018. No início, eu alisava minha franja porque achava aquilo bonito, não fazia ideia de como arrumar aquele cabelo.

    Depois, eu continuei não fazendo ideia de como arrumar, chegando várias vezes a desistir daquilo tudo e voltar aos cabelos lisos. Achei que ele era realmente ondulado com o jeito que ficava. Mas, em determinado momento, aproximadamente em setembro de 2018, eu cortei meu cabelo em um salão especializado para cachos e tudo mudou. Comecei a ir atrás para ver como que realmente se cuidava dele, começando a ver youtubers como Vandressa Ribeiro, Ana Lídia Lopes (óbvio!), Juliana Louise, e me inspirei de verdade. A partir daí ninguém me segurou mais! No início de 2019, completei um ano de transição capilar, e hoje me considero no final.

    O que mudou na minha vida? Eu ganhei mais autoconfiança, me preocupo mais com a saúde de meu cabelo e não pretendo fazer outra química tão cedo! Não abandono meus cachos por nada, pois eles me possibilitaram conhecer um mundo de felicidade e aceitação pessoal. 

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