• #VoltandoAosCachos: Samantha Vitorio

  • Produtos de maquiagem para usar no dia a dia + colocar na necessaire!

  • Ideias de looks confortáveis e estilosos pra quando você tiver sem ideia!

  • agosto 16, 2019 // Comente

    Oi genteee! Toda sexta-feira compartilho com vocês uma história de transição capilar que recebi por e-mail. O texto de hoje foi mandado pela Samantha Vitorio, que tem 18 anos e mora em Salvador, Bahia. Espero que gostem! E se você quiser mandar seu depoimento pra mim também, é só acessar essa página e ver como fazer. Quero muito conhecer a sua história!

    Olá Ana, é um prazer poder a minha história para você!

    Meu nome é Samantha, tenho 18 anos, e desde bem pequena sofro com um dilema terrível sobre o meu cabelo. Minha mãe tinha muita dificuldade para pentear, e com 6 anos eu fiz o meu primeiro alisamento, a famosa Guanidina. O intuito nunca foi alisar, e sim diminuir o temido volume. Uns anos depois, eu decidi começar a usar o relaxamento no salão, foi a solução que encontramos para “cuidar” do meu cabelo.

    Mesmo fazendo o que eu queria, nunca estive satisfeita com os resultados, sempre senti que faltava algo pra eu me sentir bem. Então eu fui ver alguns vídeos no YouTube sobre cabelo cacheado, e conheci o seu canal, vendo a sua história, a sua coragem, toda a trajetória do seu cabelo até o Big chop, e todo esse processo de aceitação, resolvi entrar na transição capilar.

    Foram longos meses passando por texturização , fazendo bastante dedoliss , e tentando ao máximo ignorar a opinião das pessoas ao meu redor. Então, em Dezembro de 2017, com 1 ano e 1 mês de transição, eu tomei coragem e fiz o BC. Logo após, senti uma sensação única de liberdade , foi como se eu tivesse descarregado o peso de anos fazendo relaxamento em apenas uma tarde. A partir daquele dia me senti uma nova pessoa, mais confiante, determinada, e a minha autoestima melhorou muito.

    Precisei passar por tudo isso , ouvir críticas, opiniões contrárias, olhares julgadores para perceber que o meu cabelo é simplesmente lindo do jeito que ele é. Hoje me sinto realizada com o meu cabelo, e espero que a minha trajetória possa ajudar outras meninas a não desistir da transição, assim como você indiretamente fez comigo e com muitas outras jovens.

    agosto 9, 2019 // Comente

    Oi genteee! Trouxe hoje pra vocês a história da Elcilene da Silva Veronezi, que tem 29 anos e mora em Mirandópolis, São Paulo. Ela enviou por e-mail um pouco da sua experiência com a transição capilar e se você quiser mandar seu depoimento pra mim também, é só acessar essa página e ver como fazer. Quero muito conhecer a sua história!

    Eu comecei a alisar meu cabelo mais ou menos em 2005 e daí em diante alisava frequentemente. Foi em 2015 que alisei pela última vez, eu parei de alisar por falta de recursos por ser muito caro pra mandar alisar e depois pra manter o cabelo alisado.

    Daí começou a ficar com duas texturas meu cabelo e eu fui deixando crescer, eu passei pela transição, fiz o big shop tudo sem saber que estava passando pela transição capilar, só depois de começar a assistir videos no youtube que eu fui saber que todo esse processo pelo qual passei se chamava transição capilar (rsrs).

    Eu fiquei em transição por mais ou menos 1 ano e 5 meses, cortei 2 vezes meu cabelo antes do big shop. Depois que fiz o big shop foi ótimo, me senti muito mais confiante e comecei a usar meu cabelo solto porque durante a transição só usava ele preso.

    Daí em diante foi só ter paciência e deixar ele crescer, e hoje em dia penso que foi a melhor decisão da vida, foi da uma oportunidade pro meu cabelo ser do jeito que ele é, sou muito mais feliz, muito mais confiante, mais segura.

    julho 26, 2019 // Comente

    Oi genteee! No #VoltandoAosCachos de hoje, trouxe pra vocês a história da Luana Bernardo, que tem 33 anos e nasceu em Vitória, no Espírito Santo, mas mora em Paranaguá, no Paraná. Ela mandou seu depoimento por e-mail e vim compartilhar aqui com vocês, por isso, espero que gostem! E se você quiser mandar seu depoimento pra mim também, é só acessar essa página e ver como fazer. Quero muito conhecer a sua história!

    Oi Ana! Me chamo Luana, sou capixaba, tenho 33 anos e há pouco mais de 1 ano tive o prazer de conhecer meu cabelo de natural. Sobre a minha relação com o cabelo ao longo da vida, não foi muito diferente da maioria das meninas de cabelo crespo. Desde pequena minha mãe usou de vários artifícios para lidar com meu cabelo começando pelo pente quente (Meu, tô velha mesmo! Galera novinha, pequise no Google) passando pela guanidina e pelo permanente afro. Até que fiz o big shop para iniciar um tratamento que deixava meu cabelo cacheado, e eu tinha a opção de fazer escova de vez em quando. Eu estava feliz e satisfeita, achava meu cabelo bonito, e quando a raiz começava a incomodar eu ia ao salão, fazia o relaxamento e pronto, problema resolvido por mais um mês. Tudo mudou quando precisei vir morar aqui no Paraná para estudar em março de 2017. Várias possibilidades me vieram à mente, entre elas, alisar, usar o cabelo preso ou de coque até visitar a família em Vitória e daí fazer o relaxamento, mas nunca me passou pela cabeça deixar meu cabelo natural. Isso não era uma possibilidade, estava muito enraizada na minha mente a ideia de que meu cabelo era difícil de lidar, duro, feio, sem condições. E assim fiz, por um tempo usei o cabelo preso, usei coque, ouve um tempo que optei por colocar tranças, até decidir o que fazer efetivamente.

    A ideia com a trança era esconder meu cabelo natural pois minha raiz estava altíssima, afinal já se passavam 6 meses desde que relaxei pela última vez. Após dois meses, tirei a trança para trocar. Fiquei o final de semana sem trança para descansar o couro e fazer massagem nos fios, foi aí que percebi uns cachinhos se formando na minha raiz. Foi uma coisa meio louca, eu senti aquele cabelo e pensei; poxa, acho que dá pra usa-lo assim na vida! Coloquei a trança novamente, mas aquela ideia ficou martelando na minha cabeça. Fui olhar vídeos e pesquisar sobre como lidar com cabelo crespo. Foi animador! Ver tantas mulheres assumindo seus crespos foi decisivo para eu decidir assumir os meus. Quando tirei a trança pela segunda vez, não foi para troca-las e sim para cortar toda a química deixando apenas o cabelo natural (eu mesma cortei com uma tesoura escolar, não repitam em casa). Isso foi em fevereiro de 2018, exatamente 1 ano após o último relaxamento. Em fevereiro de 2019 fui ao salão para um profissional acertar o corte, e precisou tirar uns 4 dedos (doeu na alma, mas foi necessário).

    A experiência de usar o cabelo natural mudou minha vida de algumas maneiras, posso citar o fato de eu poder cuidar do meu cabelo em casa, sem depender de salão todo mês e principalmente minha forma de ser e de ver a vida, as coisas. Traz uma paz muito grande passar os dedos na minha raiz e sentir o MEU cabelo, sentir segurança nele do jeito que ele é, foi uma mudança de paradigma, pois antigamente a minha paz era passar os dedos e sentir a raiz lisa. Faz muito bem pra minha autoestima e me dá uma sensação de liberdade poder eu mesma, cuidar dele naturalmente percebendo o quanto ele é lindo, maravilhoso, brilhoso, e… chega! Não quero que vocês pensem que me acho. Agradeço a Ana pela oportunidade de contar essa história, e aproveito para parabeniza-la pelo excelente trabalho que realiza na internet. Inspiração pura! Beijos.

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