• #VoltandoAosCachos: Tayla Fagundes Leal

  • #VoltandoAosCachos: Gabriela Soriano Rocha

  • #VoltandoAosCachos: Adriana Rodrigues

  • maio 24, 2019 // Comente

    Oi genteee! Nessa sexta-feira, trouxe a história linda da Tayla Fagundes Leal, que tem 17 anos e é da cidade de Gurupi, no Tocantins. Espero que vocês também gostem! E se você quiser mandar seu depoimento pra mim também, é só acessar essa página e ver como fazer. Quero muito conhecer a sua história!

    Meu nome é Tayla Fagundes Leal, sou de Gurupi-Tocantins, tenho 17 anos e hoje vim aqui contar minha história e a história do meu cabelo. Bem, meu cabelo sempre foi muito bem cuidado pela minha mãe que é comerciante e mexe exclusivamente com comestíveis; mas quando eu entrei na puberdade meu cabelo parecia que tinha comido fermento (palavras da minha mãe) e ficava todo “assanhado” sem forma e sem jeito, e pra piorar ainda, eu tinha a bendita franjinha que na época era febre, na qual eu alisava e deixava o resto do cabelo cacheado, (e ainda achava que tava arrasando).

    Lembro-me de que quando eu lavava o cabelo, eu queria que ele ficasse molhado pra sempre, porque ele ficava mais baixo. O tempo foi passando, e eu já não gostava do meu cabelo cacheado… mudei de cidade, e sempre que ia ver meus amigos antigos, eu tinha que alisar o cabelo pra me sentir bem e confortável. Aos 13 anos fui morar em um internato adventista (IABC) no qual eu tive muita dificuldade de lidar com meus cachos, e não demorou muito, em setembro de 2015 fiz minha primeira selagem. O tempo foi passando, eu nem retoquei a Química, a raiz foi crescendo, meu cabelo foi ficando cada vez mais fraco, mais feio, quebrado, e junto com tudo isso minha auto estima ia pro fundo do poço.

    Mas aí, em setembro de 2016 fiz um definitiva que na verdade, não fez muito efeito. Os meses se passaram, e no dia 7 de dezembro de 2016 eu resolvi que ia cortar meu cabelo porque ele estava HORROROSO. E nisso, enquanto eu esperava minha vez no salão, vi uma moça com o cabelo curto (no ombro) e resolvi que queria aquele corte..E aí foi, cortei no ombro, o que sempre tinha sido abaixo da cintura.Nessa época, eu resolvi com o incentivo da minha mãe que ia deixar ele ficar natural, mas eu não sabia o trabalhão que seria isso e nem muito menos tinha ouvido falar sequer da palavra transição. Então, no início de 2017 eu entrei definitivamente na transição capilar. 

    Não foi fácil, inúmeras vezes fui vencida pela chapinha… mas depois, quando cada ondinha era formada eu me sentia a pessoa mais feliz do mundo. Inúmeras vezes quis desistir, ouvi piadas de mal gosto, chorei muito… mas hoje olhando pra trás não me arrependo de ter entrado na transição e de ter alisado meu cabelo  porque foi diante desses fatos, que hoje eu sei cuidar do meu cabelo, amo hidratá-lo e amo quem eu sou hoje…Agradeço a Deus por ter me dado paciência e também te agradeço Ana por ter mudado minha vida, saiba que mesmo entrando em transição mais tarde, eu assistia os seus videos quando tu estava na transição também viu. Um beijinho, fica com Deus

    maio 17, 2019 // Comente

    Oi genteee! No post de hoje, venho compartilhar com vocês a história da transição capilar da Gabriela Soriano Rocha, que tem 16 anos e mora em Brasília, no Distrito Federal. Espero que vocês gostem tanto quanto eu! E se você quiser mandar seu depoimento pra mim também, é só acessar essa página e ver como fazer. Quero muito conhecer a sua história!

    Desde bem nova, com mais ou menos 11 ou 12 anos, eu alisava meu cabelo com chapinha e química a cada 3 meses, o que danificava e muito meu cabelo. Talvez isso se dava muito á questão da baixa autoestima que sempre tive, com o medo da não aceitação por parte dos outros, por isso eu continuava fazendo e, em parte, me sentia feliz quando fazia a química. Era um procedimento de aproximadamente duas horas e meia, a famosa progressiva. Como meu cabelo era bem grande, demorava mesmo, e quando acabava, eu ficava tonta com tanta fumaça e com meu couro cabeludo todo machucadinho, mas ainda assim me sentia incrível quando ia para a escola.

    Eu tinha medo de dizer a outros que meu cabelo não era liso naturalmente, eu falava que era daquele jeito mesmo, evitava a chuva, mas tinha muitas vezes em que ele ficava muito alto, e outras pessoas desconfiavam.Um garoto uma vez me irritou, debochando do fato de eu ter feito progressiva, e foi a partir desse momento que eu tive a curiosidade de ver o que acontecia com meu cabelo sem a química. Infelizmente, depois de um tempo, ele não aguentava mais e começou a cair excessivamente. Foi quando eu falei para meus familiares: “Eu vou parar de usar chapinha a partir de agora!” Eu disse isso mais ou menos entre dezembro de 2017 e janeiro de 2018. No início, eu alisava minha franja porque achava aquilo bonito, não fazia ideia de como arrumar aquele cabelo.

    Depois, eu continuei não fazendo ideia de como arrumar, chegando várias vezes a desistir daquilo tudo e voltar aos cabelos lisos. Achei que ele era realmente ondulado com o jeito que ficava. Mas, em determinado momento, aproximadamente em setembro de 2018, eu cortei meu cabelo em um salão especializado para cachos e tudo mudou. Comecei a ir atrás para ver como que realmente se cuidava dele, começando a ver youtubers como Vandressa Ribeiro, Ana Lídia Lopes (óbvio!), Juliana Louise, e me inspirei de verdade. A partir daí ninguém me segurou mais! No início de 2019, completei um ano de transição capilar, e hoje me considero no final.

    O que mudou na minha vida? Eu ganhei mais autoconfiança, me preocupo mais com a saúde de meu cabelo e não pretendo fazer outra química tão cedo! Não abandono meus cachos por nada, pois eles me possibilitaram conhecer um mundo de felicidade e aceitação pessoal. 

    maio 10, 2019 // Comente

    Oi genteee! No #VoltandoAosCachos de hoje, trago a história da Adriana Rogrigues, que tem 37 anos e mora na cidade de Ibirité, em Minas Gerais. Ela me enviou por e-mail como foi a sua transição capilar, e se você quiser mandar seu depoimento pra mim também, é só acessar essa página e ver como fazer. Quero muito conhecer a sua história!

    Eu não passei por um período longo de transição capilar, não era muito adepta de química, usava meu cabelo cacheado, porém nunca gostei do meu cabelo natural. Usava muito creme, e usava ele quase sempre preso, não me aceitava. Em 2011 fiz escova, e me achei linda com os cabelos lisos! Comecei a escovar o cabelo toda semana, tinha o horário marcado no salão. No final de 2011 quase não tinha mais cachos, pois o excesso de chapinha acabou com os caracóis do meu cabelo, foi então que decidi fazer progressiva. Usei meus cabelos lisos, durante 4 anos, aprendi a escovar e fazia isso todo sábado, até ver meu cabelo quebradiço e todo detonado.

    Bem no final de 2015 decidi meio que por acaso voltar aos cachos, confesso que não foi fácil, mas LIBERTADOR. Como quase não fazia química, só usava chapinha tinha algumas ondas no cabelo, mas bastante partes lisas, principalmente na franja, cortei um pedaço do cabelo para eliminar o resto da progressiva, e decidi me aceitar, me assumir, me amar… O YouTube me ajudou muito nessa face e ainda ajuda muito! Me sinto mais bonita cacheada, me sinto “eu” de verdade. Passei mais ou menos um ano na transição para voltar aos cachos como do jeito que eu gostaria, não foi fácil, mas como eu estava decidida foi bem tranquilo. Não sou eu que defino os meus cachos, são eles que me definem.

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