• Você tem medo do que os outros vão pensar?

  • #VoltandoAosCachos: Brenda Tenório

  • Reagindo à minha rotina capilar de 2014!

  • janeiro 29, 2020 // Comente

    Oi, genteee! No #VoltandoAosCachos de hoje, trouxe o relato da Luzenir Pessoa, que mora em Boa Vista – RO. Ela tem um perfil no Instagram e um canal no YouTube, se vocês quiserem acompanhar. Ela me contou um pouco da sua transição via e-mail, e se você quiser mandar seu depoimento pra mim também, é só acessar essa página e ver como fazer! 

    Olá, Ana. 
    Eu comecei minha transição capilar em 2015 e fui bem decidida quando quis voltar aos cachos, isso é importantíssimo para passar com êxito pela transição. 

    Cortei meu cabelo bem no ombro e passei um mês assim. Não aguentei muito e cortei toda parte lisa (bc), deixei apenas 3 dedos de cabelo que já estava cacheado. Coloquei rastafári, passei três meses usando, retirei e não quis mais colocar. Depois disso comecei a cuidar do meu cabelo.

    Para mim a transição capilar foi difícil mesmo sendo determinada, pois muitas pessoas falavam do meu cabelo, mas em meio a isso continuei forte e hoje vejo que foi a melhor coisa que fiz!


    janeiro 23, 2020 // Comente

    Oi, genteee! No #VoltandoAosCachos de hoje, trouxe a história da Grazielle Scopel, de 19 anos e que mora em Embu das Artas – SP. Ela tem um perfil no Instagram, se vocês quiserem acompanhar. Ela me mandou sua história de suas duas transições via e-mail, e se você quiser mandar seu depoimento pra mim também, é só acessar essa página e ver como fazer!

    Minha história começa com 10 anos e muito piolho, depois de vários remédios caseiros para matar e nada, minha mãe e eu decidimos fazer a bendita progressiva, que estava na moda. Fiz até meus 15 anos, nunca fui cuidadosa com o cabelo, não fazia hidratação e deixava passar muito tempo de um alisamento para o outro. 

    Em 2015 minha mãe decidiu não pagar mais os alisamentos pois, meu cabelo estava caindo demais e aí se iniciou a minha transição que foi meio forçada pela minha mãe. Foi muito sofrido, as duas texturas me deixavam sem olhar no espelho por dias.
    Mas vi um vídeo da Ana sobre a transição e resolvi fazer um ensaio fotográfico para tentar me ver com outros olhos e me aceitar mais, fazer com que a transição mudasse não só o meu cabelo mas também o meu interior. 

    Fiz o ensaio com apenas 5 meses de transição e me achei maravilhosa, usei rolo de papel higiênico pra tentar fazer texturização! Eu não tive um big chop (eu acho), pois eu estava sempre cortando as partes lisas, não deixei para fazer em um corte só.
    Alguns meses depois meu cabelo estava lindo, ao meu ver, todos os fios já tinham forma e eu me sentia linda cacheada. 

    Terminei um namoro e voltei a fazer escova progressiva, foi a minha pior escolha! Meu cabelo teve um corte químico horrível, caiu um tufo atrás e ficou com um buraco, mas mesmo assim ele continuou grande (eu não desapegava dele grande, odiava cabelo curto). Alisei de 2016 até 2019 e em outubro decidi voltar pela segunda vez a fazer a transição capilar. E FOI A MELHOR ESCOLHA QUE FIZ! 

    Agora com 19 anos amadureci muito meus pensamentos, me aceito e me amo por completo, não só o cabelo mas também corpo, pois peso 38 kilos e já tive anorexia.

    Não posso deixar de agradecer a Ana Lídia, por me inspirar tanto, nunca deixei de ver um vídeo sequer, mesmo com o cabelo liso. Agradeço também a irmã dela, Letícia Luger, que também foi uma grande inspiração. Dois seres abençoados e de muita luz! 

    Que a transição capilar mude vocês de dentro para fora e que não saiam de uma ditadura e para ir à outra. Abusem de penteados, acessórios e fotos, isso ajuda muito. Juntas somos mais fortes!


    janeiro 18, 2020 // Comente

    Oi, genteee! No #VoltandoAosCachos de hoje, trouxe a história da Andreia Pires, que tem 27 anos e mora em Minas Gerais. Ela tem um perfil no Instagram, se vocês quiserem acompanhar. Ela me mandou sua história via e-mail, e se você quiser mandar seu depoimento pra mim também, é só acessar essa página e ver como fazer!

    Aqui em casa eu sou a caçulinha e puxei meu pai que é moreno, meus irmãos e minha mãe são bem clarinhos e tem o cabelo super liso. Desde pequena nunca aceitei o fato de justo eu, a mais nova, e a única menina ter nascido com o cabelo “ruim”, como eu sempre ouvi. Minhas primas também tinham o cabelo liso, então eu me sentia super mal por isso, além da zoação que rolava. 

    Minha mãe fazia relaxamento no meu cabelo que era próprio para criança, só relaxava e deixava preso ou fazia uma trança horrorosa no rabinho. Quando chegou a adolescência, comecei a entupir meu cabelo de creme e deixar boi lambeu, sabe? A franja lisa e o resto molhado, só que isso já não era bonito. Foi quando comecei a escovar toda semana e a fazer progressiva, no começo ele ficou lindo mas com o tempo foi raleando e tive que cortar curto, um pouco acima dos ombros. 

    Um amigo ficou sabendo do “Beleza Natural” e falava pra eu fazer, mas eu dizia que nunca teria o “cabelo da Taís Araújo” e que para aquele tipo de cabelo ficar bonito tinha que ter dinheiro. Então fui deixando pra lá, até conhecer duas garotas que faziam “Beleza Natural”, e isso foi amolecendo meu coração a ponto de começar a pensar em parar de fazer escova.

    Um dia eu estava procurando vídeos que falavam sobre “princesas de Deus” pra passar no grupo da igreja e achei um vídeo da Rayza Nicácio. Fui mexendo e vendo histórias de crespas iguais a mim, e achei você, que na época tinha o cabelo curtinho, depois disso, decidi deixar de fazer as químicas. Não foi fácil, foi uma época em que me sentia feia e aconteceram coisas que acabaram com a minha autoestima, fiquei um caco. 

    Com cerca de 8 meses sem fazer química, uma amiga fez o bc e me indicou uma cabeleireira “que ia abrir meus cachos”, achei que ela ia cachear o que estava liso e ia ficar ótimo! Lembro que a cabeleireira passou um produto no meu cabelo e cortou curtinho, na hora pensei “agora já foi, já era” parecia que tinha relaxado e alisou a franja. No dia seguinte fiquei desesperada, não tinha nada pra colocar no cabelo, não tinha arquinho, não tinha naaaaada, fui trabalhar toda estranha. Mas valeu a pena!   

    Teve gente que apoiou e gente que me chamou de doida. Tem que ter muita força de vontade pra continuar por que tem gente que olha torto, você se sente feia, nada fica bom, as festas aparecem e seu cabelo não tá legal… Mas a gente vai se adaptando. E graças a Deus minha mãe e amigos sempre me apoiaram e me deram forças. Tive várias amigas que se aceitaram na mesma época, o que foi muito legal porque uma ajudou a outra.

    Hoje já tem 4 anos e 5 meses que fiz o bc e estou bem feliz! Obrigada pela força que você passa para as meninas que passam pela transição também. Que Deus continue abençoando seu trabalho!

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