• #VoltandoAosCachos: Tayla Fagundes Leal

  • #VoltandoAosCachos: Gabriela Soriano Rocha

  • #VoltandoAosCachos: Adriana Rodrigues

  • março 22, 2019 // Comente

    Oi genteee! Trouxe hoje pra compartilhar com vocês o depoimento da Maria Carolina Ferreira da Conceição, que tem 19 anos e mora no Rio de Janeiro, capital. Acho que muitas de vocês vão se identificar com a história dela, por isso, espero que gostem! 🙂 E se você quiser mandar seu depoimento pra mim também, é só acessar essa página e ver como fazer. Quero muito conhecer a sua história!

    Com 15 anos fiz a minha primeira progressiva, pois o meu cabelo, que é ondulado, tinha um volume muito feio, muito frizz, o famoso “liso estranho” me incomodava demais. A partir daí foi só alegria, meu cabelo tinha finalmente uma forma, tinha brilho, zero volume, só umas ondas nas pontas que achava um charme e o melhor de tudo, poderia lavar e sair com o cabelo molhado porque quando ele secasse, ficaria lindo. O tempo foi passando e a progressiva saindo, minha raiz começou a ficar alta e a autoestima começou a cair de novo, mas ele continuava melhor do que o natural.

    Em 2016 retoquei a raiz, pior decisão que fiz, a moça do salão usou um produto diferente que fez meu cabelo enfraquecer e não durou tanto tempo quanto a outra. Encontrei saída na prancha, que se tornou minha melhor amiga durante uns bons anos, todo dia antes da escola precisava passar pelo menos na raiz pra esconder que meu cabelo não era liso natural, tinha vergonha de assumir que era alisado.  Olhava minhas amigas, a maioria de cabelo liso e as que não tinham, eram bem resolvidas com ele, sabiam deixar ele bonito e eu só sabia se fosse com a prancha e a progressiva em dia.

    Em 2017, a grana começou a ficar curta e não podia ir ao salão retocar a bendita. Até que um dia meu tio me deu uma progressiva que poderia ser feita em casa, saí pesquisando como fazer o procedimento sozinha até que tomei coragem e passei. Na primeira aplicação, o produto não fez o efeito que queria, então esperei o dia seguinte e passei de novo, ficou mais ou menos, porém ainda estava melhor que o natural. Essa foi a última vez que usei progressiva. O ano foi passando e como a química não era boa, tive que usar muita prancha, meu cabelo já estava cheio de pontas duplas, caía muito, porém seguia firme em alisar todos os dias antes da escola, qualquer coisa era melhor que meu cabelo natural!!!

    Minha autoestima estava muito baixa, tudo que eu queria era não ter que me preocupar em quanto tempo levaria para arrumar o cabelo antes de sair, toda vez que parava na frente do espelho para fazer a prancha era uma tortura me encarar aprontando um cabelo que não era mais meu. Então resolvi, por pura preguiça, ir com o cabelo sem prancha algumas vezes pra escola, uma escolha muito ruim, porque começavam as zoações, o apelido de “Maria Betânia” que só me faziam sentir pior ainda e daí quando não usava ele pranchado, ficava preso para não ter problemas.

    Em dezembro de 2017, decidi que iria cortar meu cabelo para ver se ele tomaria alguma forma, ele já estava quase batendo na cintura e eu não fazia ideia que estava com mais ou menos 10 meses de transição, porque nem sabia da existência disso, achava que só por ter parado com a progressiva e ele ter crescido não tinha mais química e aquele cabelo meio liso e meio ondulado era ele natural. Procurei como cuidar e tudo mais e no dia 2 de janeiro de 2018, fiz meu big chop, sem ter a menor ideia do que era ele, por isso sai do salão com o cabelo de prancha, porque ainda não estava segura para ver o resultado natural e muito menos andar na rua com ele. Até que fui pesquisando mais e aprendendo a cuidar e hoje em dia com 1 ano de cabelo natural estou muito feliz por finalmente usar um cabelo que é *meu*, que não precisa ser moldado e não preciso passar horas pra deixar de um jeito bonito.

    março 15, 2019 // Comente

    Oi genteee! Sexta-feira é dia de compartilhar as histórias de vocês de transição capilar que enviaram para o meu e-mail. Hoje, trouxe o depoimento da Rute Kelly, que tem 23 anos, é de São Luís, Maranhão e também passou por esse processo de descobrimento. Espero que vocês gostem! E se você quiser mandar seu depoimento pra mim também, é só acessar essa página e ver como fazer. Quero muito conhecer a sua história!

    Bom…. Eu usei relaxante a primeira vez as 14 anos, o cabelo me incomodava, mas foi minha família que resolveu alisar para tirar as fotos de 15 anos, eu continuei relaxando o cabelo até os 21, não pensava em transição capilar, continuei usado prancha para alisar o cabelo, porei sem química.

    Ai à um ano cortei meu cabelo bem curto e percebi que tinha pouca parte com química, resolvi fazer dedoLiss, e fui cortando ao poucos, agora só esta a parte da frente ainda com um pouquinho de química.

    O que mundo na minha vida foi o jeito de me vê e vê o outro, agora vê a beleza das pessoas, e falo que estão bonitas mesmo sem conhecer. Minha mudança influenciou algumas amigas, até minha tia, que foi um das que decidiu alisar meu cabelo. Resumindo me sinto muito melhor, não foi só uma mudança no meu cabelo, foi uma mudança de vida.

    março 8, 2019 // Comente

    Oi genteee! No post dessa sexta-feira, trouxe a história da Maíra Pereira Gramagol para compartilhar com vocês. A Maíra tem 31 anos, nasceu em Brasília e atualmente mora em Canela, no Rio Grande do Sul. E se você quiser mandar seu depoimento pra mim também, é só acessar essa página e ver como fazer. Quero muito conhecer a sua história!

    Ana, meu nome é Maíra e tenho 31 anos. Minha história é um pouco longa, demorei para escrever, mas eu preciso que vc saiba que vc mudou minha história de vida, não só o meu cabelo. Há 3 anos resolvi sair de Brasília e ir embora para Porto Alegre em busca de novas oportunidades, desafios e realizações. Vim para o Sul, sozinha, deixando minha família é amigos. Chegando aqui conheci um rapaz, meu namorado com quem vivo hoje 😍 Pq estou te contando isso? Bem, eu nasci e fui criada na Igreja Católica, fui batizada, primeira eucarística, crisma, servir a Deus por 14 anos em um grupo jovem chamado Segue-me, conheci muitos amigos e tantos “tios” da igreja … esse desde que nasci foi minha base. Minha mãe sempre foi da renovação carismática católica, mulher de fibra e de muita oração. Então o que quero dizer com isso tudo, vc já vai entender.

    Quando conheci o Igor meu atual namorado, ele não me contou que já havia se casado na Igreja Católica, ele não disse , segundo ele, pq ficou com medo que eu o deixasse e ele tinha razão, se soubesse no início teria o deixado, pq sabia que não poderia casar e continuar comungando e vivendo as doutrinas católicas. Depois de quase um ano, eu descobri que ele já havia se casado, fui um susto, frustação, me senti enganada, chorei, briguei… passei dias sem falar com ele, quis voltar para Brasília e deixar tdo o que vivemos. Mas, Deus havia me apresentado um homem incrível, trabalhador, honesto, carinhoso, romântico, que não mede esforços em ajudar alguém que precisa, um homem que fez por mim enquanto estava loge de minha família o que jamais imaginei que alguém fizesse por mim, cuidou de mim, muitas vezes deixava de comprar coisas p si, para que eu tivesse, enfim, um homem que eu sempre pedi a Deus… Logo depois que eu descobrir que ele havia se casado na Igreja, resolvemos morar juntos, já que não poderíamos nos casar. Não havia contado p minha família que estávamos juntos. O que dizer para minha mãe, a filha caçula dela, única mulher, não se casou? Mas não poderia deixar um homem que cuidava tanto de mim.

    Aí que entra vc, Ana na minha vida. Contudo, morando com ele, me achava a pior mulher, a mais pecadora, me sentia indígena do amor de Deus, chorava, me culpava, fui me afastando de Deus, da Santa Missa, pq achava que Deus não me amava, que ele não me abençoaria em nada na minha vida, enfim, fiquei longe. Logo começaram as crises de choros, desesperos, estresses e solidão… não cheguei a ter depressão eu acho, mas minha vida durante meses foram assim, acabei descontando no Igor, que era a pessoa mais próxima a mim, ele teve todos os motivos para me deixar, pq era extremamente arrogante e indelicada, mas ele aguentou firme e sempre esteve ao meu lado. Então vc apareceu, providência de Deus, em um vídeo no YouTube, não sabia quem era Ana, nem sabia o que era transição capilar, mas vc apareceu linda, com aquele cabelo maravilhoso, em meio a vídeos que eu assistia no YouTube, quando acabou, do nada entrou seu vídeo. “Autoaceitação qual seu conflito interno” no dia 26/6/17 . Vc começou dizendo: “Deus me ama como sou, eu tinha os olhos do mundo” quando ouvi isso já comecei a chorar, pq eu imaginava muito o que meus pais e irmão iriam dizer sobre isso, me esquecendo do que realmente Deus pensava sobre mim com olhar que Deus me olhava. E vc continuou dizendo que como era louco pensar nos cuidados e amor que Deus tinha por nós. Pq meu coração estava agoniado em pensar qual seria a reação dos outros ao saber que eu morava com o Igor sem me casar. O meu conflito não era com o cabelo, mas com essa situação.

    Eu lembro que vc disse que cada fio de nossa cabeça era obra de Deus e logo pensei que Deus havia permitido e me apresentado ao Igor, foi tdo Ele quem permitiu. Quando vc falou sobre sua mãe, aí que eu chorei, pq minha mãe sempre me incentivou em tudo, me deu força e coragem, e eu nãoqueria decepciona-la ou deixá-la triste, mas tbm não poderia deixar o Igor, que demonstrou tanto amor por mim. Enfim, Ana o seu vídeo me fez entender, que Deus me ama e me acolhe do jeitinho que eu sou. Me fez olhar para minha vida e perceber que eu não fazia mau a ninguém, que eu não tive que pisar ou subir em alguem p ter o que a gente havia conquistado. A única coisa que eu e Igor queríamos era ser feliz, viver nossa vida, construir nossa casinha, passear, ir a Missa, sem fazer mal a ninguém. Percebi através de suas palavras que a Deus era muito maior que isso. Criei coragem falei com minha mãe, chorei, fiquei com medo dela não querer mais saber de mim…. e ela com toda ternura e amor disse: ” eu já sabia minha filha, mamãe só estava esperando me contar” disse que ele não podia se casar , expliquei dos medos q u tinha de Deus não me amar e ela com todo amor de mãe disse coisas lindas e cheia de amor. E a partir desse dia, Ana assisti todos, mais todos os seus vídeos do YouTube e então descobri o que era transição, BC, assumir os cabelos naturais. Minha última química foi no dia 08/04/17 meu BC foi dia 08/04/18. Hoje faz 5 meses que me redescobrir, me reinventei. Graças a vc e todas aquelas suas palavras. Agradeço muito a Deus por sua vida . Que Deus em seu infinito amor, encha sua vida de benção, que o Espírito Santo de Deus te de muita sabedoria para continuar esse seu lindo trabalho e q a Mãezinha do Céu , te cubra com seu santo manto, te protegendo de todu mal.

    Muito obrigada pelo seu lindo trabalho. Nunca deixe de falar do amor desse Deus lindo, Ana. Pq assim como eu, muitas vida podem e poderão ser mudadas. O Mundo precisa de santos como vc, ” que usam calça jeans e bebam coca cola” como diz o Dunga da canção nova.

    Obrigada, muito obrigada. Sou uma admiradora e fã sua.

    Deus te abençoe e abençoe sua família.

    O que é autoestima pra você?: É o que estou vivendo agora . Aqui em Canela e Gramado, não tem quase ninguém com o cabelo assumido. Então onde eu passo onde eu chego, as pessoas ficam olhasndo. Mas eu nem ligo, acho massa e sempre alguém fala “que lindo seu cabelo”

    O que mudou na sua vida depois que você se aceitou?: Muita coisa, desde o dia que vc me disse que Deus me amava do jeitinho que eu era.

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