16 de outubro de 2020
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#VoltandoAosCachos: Andria Moniza

Oi, genteee! No #VoltandoAosCachos de hoje, trouxe a história da Andria Moniza de 21 anos e que mora em Birigui/SP. Ela tem um perfil no Instagram se vocês quiserem acompanhar. Ela me contou a história do seu cabelo, e como foi passar pela transição capilar, espero muito que ajude e inspire vocês! Se quiser mandar seu depoimento pra mim também, é só acessar essa página e seguir o passo a passo. 

Comecei a usar química no meu cabelo muito nova, minha mãe passava um relaxamento mais fraco (próprio para crianças), ele apenas soltava os cachos e durava uns dois meses. Sempre quis alisar o meu cabelo, mas meu pai não deixava, ele gostava do meu cabelo cacheado. Depois de muita insistência, aos 11 anos fiz a minha primeira progressiva, mas não estava do jeito que eu queria. Sonhava em ter o meu cabelo liso, e após quatro procedimentos, eu finalmente estava alisada. 

Certo dia sem orientação correta do profissional, misturei relaxamento com progressiva, e por isso tive uma queda capilar muito grande, quando eu passava a mão saia tufos de cabelo. Fui no salão questionar e o cabeleireiro não se responsabilizou, fiquei muito frustrada. Tinha apego com o tamanho do meu cabelo, mas devido a esse problema, depois de uns meses tive que cortar porque as pontas ficaram finas e o cabelo muito danificado (ainda bem que acabei gostando do cabelo curto). 

Com isso deixei meu cabelo respirar por cerca de 9 meses sem química, usando apenas escova e chapinha, e aproveitei para experimentar algumas texturizações. De 16 para 17 anos conheci o canal da Ana Lídia Lopes, me identifiquei muito com a personalidade e a história dela, e descobri a transição capilar. Fiquei com vontade de continuar sem química, mas eu era muito insegura e voltei a usar. E continue acompanhando o canal.

Atualmente sou maquiadora, e quem trabalha em salão sabe que a vida é muito corrida. Não tinha tempo para manter meu cabelo liso e assim decidi passar pela transição. Sem peso na consciência, passava chapinha praticamente todos os dias, mas sempre cuidando do meu cabelo. 

Até que no dia 23 de março de 2020 (período de quarentena), peguei uma tesoura e cortei meu cabelo, fiquei com medo, e ao mesmo tempo estava muito certa do que queria. De uma forma tão carinhosa, agradeço a Deus pela vida da Ana e pelo seu trabalho, que transformou o meu modo de pensar, e hoje sei que sou muito mais que apenas cabelo. 

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