• #VoltandoAosCachos: Tayná Duran

  • Como misturar estampas?

  • maio 24, 2019 // Comente

    Oi genteee! Nessa sexta-feira, trouxe a história linda da Tayla Fagundes Leal, que tem 17 anos e é da cidade de Gurupi, no Tocantins. Espero que vocês também gostem! E se você quiser mandar seu depoimento pra mim também, é só acessar essa página e ver como fazer. Quero muito conhecer a sua história!

    Meu nome é Tayla Fagundes Leal, sou de Gurupi-Tocantins, tenho 17 anos e hoje vim aqui contar minha história e a história do meu cabelo. Bem, meu cabelo sempre foi muito bem cuidado pela minha mãe que é comerciante e mexe exclusivamente com comestíveis; mas quando eu entrei na puberdade meu cabelo parecia que tinha comido fermento (palavras da minha mãe) e ficava todo “assanhado” sem forma e sem jeito, e pra piorar ainda, eu tinha a bendita franjinha que na época era febre, na qual eu alisava e deixava o resto do cabelo cacheado, (e ainda achava que tava arrasando).

    Lembro-me de que quando eu lavava o cabelo, eu queria que ele ficasse molhado pra sempre, porque ele ficava mais baixo. O tempo foi passando, e eu já não gostava do meu cabelo cacheado… mudei de cidade, e sempre que ia ver meus amigos antigos, eu tinha que alisar o cabelo pra me sentir bem e confortável. Aos 13 anos fui morar em um internato adventista (IABC) no qual eu tive muita dificuldade de lidar com meus cachos, e não demorou muito, em setembro de 2015 fiz minha primeira selagem. O tempo foi passando, eu nem retoquei a Química, a raiz foi crescendo, meu cabelo foi ficando cada vez mais fraco, mais feio, quebrado, e junto com tudo isso minha auto estima ia pro fundo do poço.

    Mas aí, em setembro de 2016 fiz um definitiva que na verdade, não fez muito efeito. Os meses se passaram, e no dia 7 de dezembro de 2016 eu resolvi que ia cortar meu cabelo porque ele estava HORROROSO. E nisso, enquanto eu esperava minha vez no salão, vi uma moça com o cabelo curto (no ombro) e resolvi que queria aquele corte..E aí foi, cortei no ombro, o que sempre tinha sido abaixo da cintura.Nessa época, eu resolvi com o incentivo da minha mãe que ia deixar ele ficar natural, mas eu não sabia o trabalhão que seria isso e nem muito menos tinha ouvido falar sequer da palavra transição. Então, no início de 2017 eu entrei definitivamente na transição capilar. 

    Não foi fácil, inúmeras vezes fui vencida pela chapinha… mas depois, quando cada ondinha era formada eu me sentia a pessoa mais feliz do mundo. Inúmeras vezes quis desistir, ouvi piadas de mal gosto, chorei muito… mas hoje olhando pra trás não me arrependo de ter entrado na transição e de ter alisado meu cabelo  porque foi diante desses fatos, que hoje eu sei cuidar do meu cabelo, amo hidratá-lo e amo quem eu sou hoje…Agradeço a Deus por ter me dado paciência e também te agradeço Ana por ter mudado minha vida, saiba que mesmo entrando em transição mais tarde, eu assistia os seus videos quando tu estava na transição também viu. Um beijinho, fica com Deus

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